
Passos para a Formação
do Sacerdócio
Tornando-se um
sacerdote envolve várias etapas. Embora estes variem ligeiramente de diocese para diocese de duração e formato, o seguinte
esquema é oferecido como uma visão geral dos programas de formação:
O candidato, patrocinado
por uma diocese, agora entra em um seminário para começar a sua formação sacerdotal e os estudos teológicos. Nesse ponto,
ele é chamado um seminarista.
Um homem que pensa
que Deus poderia estar chamando-o de ser um sacerdote deve ir para o seminário. O seminário é o melhor lugar
para realmente discernir a vontade de Deus para sua vocação
Mas mesmo uma
decisão de ir para o seminário não é uma decisão final para se tornar um padre! É por isso que há quatro
anos de seminário! Muitas pessoas ainda pensam que os seminários são como os mosteiros: grandes edifícios
frios, onde as pessoas caminham em silêncio. Na verdade os Seminários de hoje são muito parecidos com uma
Universidade. O objetivo do seminário é a formação de corpo, mente e alma. Para este efeito,
os seminaristas têm aulas de Teologia Ortodoxa, a Sagrada Escritura, história da Igreja, aconselhamento pastoral, e outros
assuntos. Há também oportunidades para esportes e recreação.
Mais importante
ainda, o seminarista é esperado para orar. Ele é ensinado a rezar liturgicamente e privadas. Em
suma, ele é ensinado como realizar trabalho de sua vida: tornar-se semelhante a Jesus!
Transição ao Diaconato
Cerca
de (6) seis meses a um ano antes da ordenação sacerdotal, o seminarista é ordenado ao diaconato. O homem faz promessas de
castidade (se escolhe o celibato, pois o candidato ao sacerdócio não se casa se ordena - se solteiro) e obediência ao seu
bispo.
Transição
para a formação do Sacerdote
A formação de um sacerdote é um processo lento e progressivo, que passa por diversos momentos
e períodos. É preciso saber adaptar todo o sistema educativo de acordo com as diversas etapas da formação sacerdotal.
Talvez alguém possa pensar que se está apresentando um quadro demasiadamente pretensioso,
um ideal demasiado ambicioso. O sacerdote de hoje vive imerso em situações sociais, culturais e eclesiais difíceis e problemáticas.
Às vezes, se encontra desorientado como num bosque hostil. Não sabe bem como ajudar aos demais em sua vida cristã, e a ele
mesmo custa levar o peso da sua consagração a Deus e ao apostolado. Não se teria que pensar, antes, em conformar ‐ se
com salvar o que pode ser salvo?
Por outra parte, uma coisa é falar sobre a formação de
sacerdotes, e outra é realizá ‐ La. Em certas ocasiões, parece uma tarefa impossível. Faltam formadores preparados,
programas concretos, recursos econômicos... E vocações. Pretender tanto parece irreal e, portanto, supérfluo.
Apesar disso, estamos convencidos de que, se trabalhamos
com entusiasmo, pondo em jogo todos os meios possíveis, pode ‐ se conseguir muito mais do que talvez esperassem. É preciso,
isso sim, ter idéias claras e tratar de realizá ‐ las com firmeza, sem concessões ao desânimo.
O esforço vale à pena. É a melhor resposta ao amor de Deus que continua chamando operários
para a Sua messe.
Etapas de Formação de Sacerdotes membros da Diocese Ortodoxa da Diáspora Grega no Ceará:
SEMINÁRIO
MENOR
Dentro das diversas fases que se distinguem no processo de formação dos membros integrantes
do SODIMA atentamos, primeiramente, para aqueles que desde mancebo (tenra idade) manifestam o interesse de se entregar a serviço
de Deus no SEMINÁRIO MENOR. Assim, a principal e própria finalidade do Seminário Menor é concorrer para o desenvolvimento
dos adolescentes que possuem vocação para o sacerdócio para que possam – na discernir mais facilmente e a ela corresponder.
Possibilita além do mais, que ao concluir seus estudos no Seminário Menor, o
candidato ao sacerdócio, tendo consciência clara de sua vocação como um chamado de Deus e alcançado uma maturidade espiritual
e humana lhe seja possível tomar a decisão de responder ao chamado vocacional com responsabilidade e liberdade suficiente
para se principiar seus estudos preparatórios, pós-conclusão dos estudos de nível médio.
SEMINÁRIO
MAIOR
Como um Instituto Superior de Teologia e Filosofia, o SODIMA é um Instituto clerical sendo
a maioria de seus membros sacerdotes. Assim sendo seguindo as normas de Direito para os seminários o período de formação sacerdotal
começa após os estudos de Seminário Menor cumprida as etapas das dimensões de autêntica formação integral: Humana, Espiritual,
Intelectual e Pastoral. Os estudos seminarístico seguir-se-ão em:
Filosofia: (2-3)
dois a três anos de formação.
Estruturação do
Ciclo de Filosofia. As disciplinas do Ciclo Filosófico estão estruturadas em quatro áreas de ensino: área da Filosofia e da
História da Filosofia, área das Ciências Religiosas, área das Ciências Humanas, área das Letras e Artes.
Teologia: (4)
quatro anos de formação.
Estruturação do Ciclo de Teologia. As disciplinas do Ciclo de Teologia estão estruturadas em sete áreas
de ensino: área da Teologia Dogmática, área das disciplinas teológicas complementares, área da Bíblia ou Sagrada Escritura,
área da Teologia Moral, área da Teologia Pastoral, área das disciplinas teológicas auxiliares e área da Teologia Espiritual.
Ordenação
Diaconal: ao fim do 3º ano de Teologia
Ordenação Sacerdotal: ao fim do 4º ano de Teologia.
Sacerdócio: O Sacramento da Ordem
Este é o Sacramento que constitui os Ministros do Senhor. Ele pode ser ministrado em três Ordens:
Episcopado, Presbiterado e Diaconato.
No Antigo Testamento, Deus escolheu
a tribo de Levi para dela saírem os sacerdotes da antiga aliança. Eram muitos os sacerdotes, os ritos e os sacrifícios (Nm
3,11-13; Lv 1,27-34).
Jesus veio para com o seu sacrifício levar à plenitude os sacrifícios da Antiga
Aliança; por isso, Ele aboliu o sacerdócio levítico e fez-se Ele mesmo o Único Sacerdote da Nova e Eterna Aliança, de acordo
com Melquisedec, Rei e Sacerdote (Hb 7,1-10; 10,4-10). Como único Sacerdote ofereceu um Único sacrifício, oblações perfeitas
da sua vida da sua vontade entregam ao Pai. O seu Sim, inspirado no amor a nós, apagou o Não dito pelo primeiro homem por
falta de amor ao Pai.
Até que Ele volte Cristo quer continuar o seu sacerdócio para aplicar os frutos
da Redenção aos homens, através dos ministros que Ele escolheu e escolhe. Estes participam do único e mesmo sacerdócio de
Jesus e oferecem o único sacrifício do Senhor na cruz; agem como se fossem a mão e o braço de Jesus estendido através de todos
os séculos, para salvar todos os homens.
Jesus escolheu os Doze Apóstolos para dar início à Igreja, porque quis que
ela não fosse um povo sem forma, ao contrário, a quis estruturada em uma hierarquia definida, como mostra os Evangelhos: “Ele
escolheu Doze para estarem com Jesus” (Mc 3, 13-16). Jesus lhes deu ordem e poder de agir como se fosse Ele mesmo: “Quem
vos ouve, a mim ouve; que vos rejeita a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou” (Lc 10,16).
Além dos Doze, Jesus chamou mais 72 colaboradores, com missão análoga à dos Apóstolos.
Os Atos dos Apóstolos mostram que Pedro e Paulo iam instituindo presbíteros (epískopoi em grego) onde passavam (At 14,23;
15,2-6; 11,30; Tt 1,5; 1Tm 4,14; 5,17; 1Pd5,1), para que esses dirigissem a comunidade. Não havia igrejas independentes dos
Apóstolos, como muitas são hoje criadas. Os Apóstolos também instituíram diáconos que ocupavam um lugar abaixo dos presbíteros
(At 6,1-6; 1Tm 3,8-13).
Enquanto os Apóstolos eram vivos, eles eram os responsáveis pelas comunidades
cristãs, abaixo deles havia um colegiado de anciãos (presbyteroi em grego) ou episkopoi (superintendente), e mais abaixo os
diáconos. No fim da vida dos Apóstolos, foi surgindo o “episcopado monárquico”, sendo escolhido um presbítero
que se tornava o pastor estável da comunidade, com o título exclusivo de episkopos (= bispo), enquanto os demais ficavam com
o título e presbíteros. Assim, os bispos são os sucessores dos Apóstolos. Cada um tem jurisdição apenas sobre a sua diocese,
enquanto o bispo de Roma, o Papa, que é sucessor direto de São Pedro, tem jurisdição sobre a Igreja toda.
A plenitude do sacerdócio de Cristo
é conferida ao bispo. Ele pode consagrar a Eucaristia e ordenar presbíteros. Esses não podem ordenar outros presbíteros.
Nos
primeiros séculos da Igreja houve as diaconisas, mulheres encarregadas da catequese e outras funções, mas não recebia o sacramento
da Ordem, apenas uma bênção (sacramental) para exercer o ministério.
Sobre
o Santo Sacramento da Ordem.
Que é a Ordem?
A Ordem é o Santo Sacramento em
que o Divino Espírito Santo concede ao condignamente eleito o poder de celebrar os Santos Sacramentos e instruir espiritualmente
os fiéis da Santa Igreja. A Consagração do diácono e do sacerdote é efetuada por um bispo pela imposição das mãos e pronunciamento
de fórmulas sagradas com invocação do Divino Espírito Santo. O bispo é consagrado por outros três bispos, entre os quais um
deve ser por primazia um arcebispo.
"Que os homens nos considerem como ministros de Cristo, e despenseiros dos
mistérios de Deus" (1.1P Epístola de São Paulo apóstolo aos Coríntios 4:1).
"Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos
constituiu bispos, para apascentardes a Igreja de Deus, que Ele resgatou com Seu próprio sangue" (Atos Apostólicos 20:28).
"Por cujo motivo te lembra que despertes o dom de Deus que existe em ti pela
imposição das minhas mãos" (2 Epístola de São Paulo Apóstolo a Timóteo 1:6).
Quais são as conseqüências decorrentes
do Santo Sacramento da Ordem?
São as seguintes:
- Este Santo
Sacramento concede uma graça superior apostólica;
- Multiplica
sobremaneira a Graça Santificadora;
- Imprime na
alma uma indelével marca do sacerdote de Cristo.
Que quer dizer pastorear a Santa Igreja?
Pastorear a Santa Igreja significa instruir os homens em fé, beatitude
e bondade, induzindo-os a boas ações, bons sentimentos e bons pensamentos.
Quais são os graus das
Consagrações Sacerdotais?
São estes:
- O Diácono:
o grau inferior de Consagração;
- O Sacerdote:
o grau superior de Consagração;
- O Bispo: o
grau supremo de Consagração.
Em que diferem entre si estes três graus de Consagração?
O diácono auxilia nos ofícios religiosos
e na celebração dos Santos Sacramentos, sem, todavia ter o direito de celebrá-los individualmente. É, portanto, um auxiliar
do sacerdote ou do bispo.
O sacerdote (ou padre) celebra
todos os Santos Sacramentos, com exceção do Santo Sacramento da Ordem. Ao mesmo tempo, cuida o sacerdote de todos os serviços
religiosos. Todavia, para isto é sempre necessária à aprovação do bispo. Isto demonstra perfeitamente, que o sacerdote e o
diácono não são elementos independentes da hierarquia Ortodoxa, mas sim estritamente ligados ao bispo ou arcebispo da Diocese
(Diocese — Província eclesiástica subordinada a um bispo ou arcebispo), e em Completa dependência dos mesmos em assuntos
espirituais e administrativos.
O bispo celebra todos os Santos
Sacramentos sem exceção, possuindo, também, o poder de consagrar novos clérigos da Santa Igreja; transmitindo, desta forma,
o poder do Divino Espírito Santo, herdado dos Santos Apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo. O bispo possui, pois, a plenitude
das consagrações sacerdotais. Do poder bispal, diz o Apóstolo das Nações: "Por esta causa te deixei em Creta, para que pusessem
em boa ordem as coisas que ainda restam, e de cidade em cidade estabelecesses presbíteros (sacerdotes), como já te mandei"
(Epístola de São Paulo apóstolo a Tito 1:5). "A ninguém imponhas precipitadamente as mãos" (1 Epístola de São Paulo apóstolo
a Timotéo 5:22).
Que sentimentos devemos
nutrir a respeito do poder e da dignidade sacerdotais?
Devemos nutrir os sentimentos de veneração, de respeito, de obediência
e de amor. Diz São João Crisóstomo, arcebispo de Constantinopla: "Quem venera o sacerdote, venera o Senhor Jesus Cristo; e
quem insulta o sacerdote, insulta o Senhor Jesus Cristo, cujo representante é justamente o sacerdote."
Quais são os graus da
dignidade que distinguem os Diáconos?
São os seguintes:
- Diácono;
- Protodiácono
— titulo honorífico concedido ao diácono benemérito que pertence ao agrupamento do clero que contrai o Santo Sacramento
do matrimônio (A Santa Igreja Universal Apostólica Ortodoxa admite o casamento dos clérigos (além do bispo). Clero casado
denomina-se "Clero branco." Clero não casado (isto é, os monges e as monjas) denomina-se "Clero Prêto").
- Arquidiácono
— título honorífico concedido ao diácono benemérito que pertence ao agrupamento do clero que não contrai o Santo Sacramento
do matrimônio, isto é, a Classe Monástica.
Quais são os graus da
dignidade, que distinguem os sacerdotes?
São os seguintes os graus da dignidade que distinguem os sacerdotes
que pertencem ao agrupamento do clero, que Contrai o matrimônio ("Clero Branco"):
- Sacerdote,
ou padre, ou presbítero (São três sinônimos de sentido idêntico).
- Protopresbítero
ou Cura.
Independente disto, a Santa Igreja agracia os sacerdotes com as seguintes
distinções:
- O direito de
usar durante os ofícios religiosos do
Lado esquerdo do corpo, uma espécie de pequeno avental em forma retangular,
denominado "Hypogonation," que rememora o destino do sacerdote de trabalhar arduamente na ceifa de Jesus Cristo.
- O direito de
usar na cabeça um pequeno chapéu bicudo, denominado "Scufia";
- O direito de
usar na cabeça um chapéu redondo, denominado "Camilavca";
- O direito de
usar a cruz peitoral de ouro;
- O título de
protopresbítero (ou Cura);
- O direito de
usar o "Hypogonation" em forma de losango, que é de hábito colocar do lado direito do corpo e simboliza a espada espiritual;
- O direito de
usar a cruz peitoral com adornos;
- O direito de
usar na cabeça a "Mitra," que é uma espécie de coroa em forma redonda, adornada com 4 imagens santas (uma de cada lado), pedras
preciosas e outros adornos).
Nas Santas Igrejas Ortodoxas do Oriente não é costume conceder tais
distinções aos sacerdotes, levando-se em consideração só os primeiros 7 pontos desta relação. A "Mitra" é concedida aos sacerdotes
com extraordinários merecimentos só por algumas Santas Igrejas Ortodoxas da Europa e América, que seguem o rito Eslavo. São
os seguintes os graus da dignidade que distinguem os sacerdotes que pertencem ao agrupamento do clero, que não contrai o matrimônio
("Clero Preto"):
- O direito de
usar o "Hypogonation" (ver acima);
- O direito de
usar a cruz peitoral de ouro;
- O título de
"lhuraeno" ou prior (destinado especialmente aos chefes de Mosteiros);
- O direito de
usar o "Hypogonation" em forma de losango (ver acima).
- O direito de
usar a cruz peitoral com adornos.
- O título de
Arquimandrita.
Quais são os graus da dignidade que distinguem os bispos?
São os seguintes:
- O Bispo;
- O Arcebispo;
- O Metropolita;
- O Patriarca
ou Papa (o termo "Papa" é um sinônimo de "Patriarca" usado também por alguns dos Patriarcas orientais).
Deve-se notar, que em algumas Santas Igrejas Ortodoxas do Oriente
o título de Metropolita é inferior ao titulo de Arcebispo. Nas Santas Igrejas Ortodoxas de rito eslavo, existe o costume de
conceder ao Arcebispo o direito de usar uma cruz de diamantes na parte da frente do "Camilavca" (vide acima), que se denomina
"Clobuc," quando usado com o véu.
Quais são atualmente os Patriarcas da Santa Igreja Universal Apostólica
Ortodoxa?
São os seguintes:
- O Patriarca
de Constantinopla que se intitula: "Arcebispo de Constantinopla — Nova Roma e Patriarca Ecumênico ”Ecumênico,
quer dizer” ““ Universal”;
- O Patriarca
de Antioquia, que se intitula: "Patriarca de Antioquia, Cidade de Deus, Silicia, Ibéria, Síria, Arábia e de todo o Oriente,
Pai dos Pais, Pastor dos Pastores, Décimo Terceiro Apóstolo";
- O Patriarca
de Alexandria, que tem o titulo: "Pai e Pastor, Papa e Patriarca da Grande Cidade de Alexandria, Lábia, Pentápolis, Etiópia
e de todas as terras do Egito";
- O Patriarca
de Jerusalém, que se intitula: "Patriarca da Cidade Santa de Jerusalém e de toda a Palestina, Síria, Arábia, Transjordânia,
Cana de Galiléia e do Santo Sião";
- O Patriarca
de Moscou que tem o título: "Arcebispo da Grande Cidade de Moscou e Patriarca de todas as Rússias";
- O Patriarca
Rumeno que se intitula: "Arcebispo e Metropolita da Hungria e Valâquia, Patriarca Rumeno";
- O Patriarca
da Sérvia (Iugoslávia), que tem o título: "Sua Santidade o Arcebispo de Pecht, Metropolita de Belgrado, Patriarca Servo."
Até meados do século XI, a relação
dos Patriarcas da Santa Igreja Universal Apostólica Ortodoxa incluía também o Patriarca de Roma (Papa Romano), que naquela
época se havia desligado da união com a Santa Igreja Cristã Ortodoxa.
VISÃO GERAL do Diaconato
e Presbiterado.
Toda organização tem pelo menos uma pessoa que trabalha nos gerenciamentos. Esta é a função do diácono
ou presbítero na igreja. Eles trabalham nas gerências servindo e ministrando às necessidades das pessoas. O termo diácono
vem do grego e significa servo ou ministro. A palavra "diaconato" descreve o serviço do grupo de diáconos e diaconisas dentro
de uma igreja. Algumas igrejas indicam "presbíteros", termo que descreve aqueles que exercem um papel de liderança similar
dentro da igreja. Diáconos e presbíteros podem estar ou não na liderança durante uma celebração litúrgica como um pastor ou
ministro de adoração. Entretanto, seu trabalho de gerenciadores, conduzindo os negócios da igreja e o trabalho de Cristo,
é primordial.
DIÁCONOS: VISÃO DO
NOVO TESTAMENTO
Várias referências seculares dão a diácono o sentido de garçom, servo, administrador ou mensageiro. Escritores
bíblicos usam esta palavra para descrever vários ministérios e serviços. Só bem mais tarde na igreja primitiva foi usado para
indicar um grupo distinto de oficiais da igreja. Entre seus usos comuns, diácono se refere a quem serve a refeição (João 2:5,9),
servos do rei (Mateus 22:13), ministro de Satanás (II Coríntios 11:15), ministro de Deus (II Coríntios 6:4), ministro de Cristo
(II Coríntios 11:23), ministro de Deus (Colossenses 1:24-25) e autoridade (Romanos 13:4). O Novo Testamento apresenta o ministério
do serviço como uma marca de toda a igreja, isto é, como uma conduta normal para todos os discípulos (Mateus 20: 26-28; Lucas
22: 26-27). Os ensinamentos de Jesus no julgamento final equiparam esse ministério com: alimentar os famintos, acolher o próximo,
vestir os que estão despidos, visitar os enfermos e encarcerados (Mateus 25: 31-46). Todo o Novo Testamento enfatiza a compaixão
pelas necessidades físicas e espirituais dos indivíduos bem como quanto nos devemos doar para satisfazer essas necessidades.
Deus nos capacita para o serviço com vários dons espirituais. Quando realizamos esse serviço, em última análise, ministramos
ao próprio Cristo (Mateus 25:45).
ORIGEM
Alguns
estudiosos da Bíblia estabelecem uma relação entre o "hazzan" da sinagoga judaica e o serviço cristão do diácono. O "hazzan"
abria e fechava as portas da sinagoga, mantinha-a limpa e distribuía os livros para leitura. Jesus provavelmente passou o
rolo do livro de Isaías para um diácono depois que acabou de lê-lo (Lucas 4:20). Outros estudiosos do Novo Testamento dão
atenção considerável à escolha dos sete (Atos 6:1-6); vêem aquele ato como um precursor histórico de uma estrutura mais desenvolvida
(Filipenses 1:1; I Timóteo 3:8-13 - as duas referências específicas ao "ofício" de diácono). Cada apóstolo já estava sobrecarregado
com várias responsabilidades. No entanto, os doze apóstolos propuseram uma divisão do trabalho para assegurar assistência
às viúvas gregas na distribuição diária que a igreja fazia de alimento e donativos. Sete homens de boa reputação, cheios do
Espírito de Deus e de sabedoria (Atos 6:3), se destacaram na congregação de Jerusalém, praticando caridade e atendendo necessidades
físicas. Alguns lembram que o diaconato não devia ser relacionado somente a caridade, pois os diáconos eram pessoas de estatura
espiritual. Estevão, por exemplo, "cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo" (Atos 6:8). Filipe,
apontado como um dos sete, "os evangelizava a respeito do reino de Deus e do nome de Jesus Cristo" (Atos 8:12). Filipe também
batizava (Atos 6:38) e é mencionado como um evangelista (Atos 21:8).
OS DIÁCONOS NA IGREJA
PRIMITIVA
Muitas igrejas provavelmente adotaram como modelo "os sete de Jerusalém" no seu quadro de diáconos. Em
I Timóteo 3:8-13 são dadas instruções sobre as qualificações da função de diácono, a maioria delas se relacionando ao caráter
e comportamento pessoais. Um diácono deveria falar a verdade, ser marido de uma só mulher, "não dado a muito vinho", e um
pai responsável. Alguns diáconos: Timóteo (I Tessalonicenses 3:2; I Timóteo 4:6), Tíquico (Colossenses 4:7), Epafras (Colossenses
1:7), Paulo (I Coríntios 3:5) e o próprio Cristo (Romanos 15:8). A diaconia bíblica não se caracteriza por poder e proeminência,
mas por serviço ao próximo, por cuidados pastorais. As mulheres também exerciam a função de diaconisas. Em Timóteo 3:11, lemos
que elas deveriam ser "respeitáveis, não maldizentes, mas temperantes e fiéis em tudo". Por causa do grande número de mulheres
convertidas (Atos 5:14; 17:4), as mulheres atuavam na área de visitação, instruíam sobre discipulado e assistiam no batismo.
Em Romanos 16:1-2, lemos que Paulo elogiou a Diaconisa Febe por ser uma colaboradora no serviço da igreja de Cencréia. Em
Romanos 12:8 e I Timóteo 3:4-5 encontramos outras qualidades desejadas no diácono.
PRESBíTEROS
O
serviço do diácono diferia do serviço do presbítero. Enquanto diáconos e diaconisas eram escolhidos por suas fortes características
pessoais, os presbíteros obtinham sua posição por laços de família ou indicação. Seguindo um padrão definido relacionado ao
sistema tribal (Números 11: 16-17; Deuteronômio 29:10), o presbítero exercia funções de liderança e jurídica em razão de sua
posição na família, clã ou tribo; ou em razão de sua personalidade, destreza, status ou influência; ou ainda por um processo
de indicação e ordenação. Os presbíteros tinham várias funções. Por exemplo: I Timóteo 5:17 fala de presbíteros que pregavam
e ensinavam; Tiago 5:14 os mostra envolvidos num ministério de cura; I Pedro 5;2 os exorta a apascentar o rebanho. Assim,
os profetas e mestres que dirigiam a igreja de Antioquia (Atos 13:1-3) podem ter sido os presbíteros daquela comunidade.
O PRESBíTERO NA COMUNIDADE CRISTÃ
Segundo o relato de Lucas sobre a origem e expansão do Cristianismo, os presbíteros já estavam presentes
na igreja de Jerusalém. Em Atos, vemos os cristãos de Antioquia enviando mantimentos "aos presbíteros (das igrejas da Judéia)
por intermédio de Barnabé e Saulo (11:30). Em sua primeira viagem missionária, Paulo e Barnabé "promoveram os discípulos em
cada igreja" (Atos 14;23). Mais tarde, foram enviados de Antioquia para Jerusalém "para os apóstolos e presbíteros" a fim
de esclarecê-los sobre o assunto da circuncisão dos gentios cristãos (Atos 15:2) e "foram bem recebidos pela igreja, pelos
apóstolos e pelos presbíteros" (Atos 15:4), que se reuniram para ouvir sobre o caso e resolver a questão (Atos 15:6-23). Não
se sabe quem eram e como foram escolhidos esses presbíteros. Mas certamente foram consideradas sua idade e proeminência lhes
conferiu o privilégio de prestar serviço especial dentro de suas comunidades. Parece que atuavam de maneira semelhante aos
anciãos das comunidades judaicas e do Sinédrio (Atos 11:30; 15:2-6.22-23; 16:4; 21:18).
Fonte: iLúmina
O Sacerdócio, e O Cristo nas Santas Escrituras
É
aquele que entre os hebreus faz ou ministra os sacrifícios a Deus. Entre os gentios também se chamava sacerdote ao sacrificador.
Antes
de considerar os vários aspectos bíblicos do sacerdote, é necessário mostrar quais são as características essenciais do sacerdócio.
Que devia o sacerdote fazer, na sua qualidade de sacerdote, que nenhum outro pudesse realizar sob quaisquer circunstâncias?
A mais exata definição de sacerdote acha-se em Hb 5.1. O sacerdote era ”constituído nas coisas concernentes a Deus a
favor dos homens”. Quer isto dizer que ele apresentava ao Senhor coisas, dons e sacrifícios, ofertas do homem a Deus;
e o seu trabalho era realmente oposto ao do profeta, que devia revelar Deus ao homem. Nesta consideração, a idéia fundamental
de sacerdote é a de um mediador entre o homem e Deus. O sacerdote apresenta-se entre o homem e Deus, como na verdade aparece
o profeta entre Deus e o homem. Quando o sacerdote efetuava qualquer outro trabalho, já não era como sacerdote que exercia
essa missão, mas somente como executante das funções de outros homens. Este ato do sacerdote, na sua obra para Deus, é sempre
acentuado nas Sagradas Escrituras (Ex 28.1; Ez 44.16; Hb 7.25).
Nos
tempos patriarcais, o chefe da família, ou da tribo, operava como sacerdote, representando a sua família diante de Deus. Foram
assim considerados Noé, Abraão, Isaque e Jacó. Na época do Êxodo havia israelitas que possuíam este direito de sacerdócio,
e o exerciam; mas tornou-se necessário designar uma ordem especial para desempenhar os deveres sacerdotais, sendo a tribo
de Levi a escolhida para esse fim. Desta tribo saíram os sacerdotes arônicos, que eram os mediadores entre o homem e Deus.
Os filhos de Arão eram sacerdotes, a não ser que tivessem sido excluídos por qualquer incapacidade legal. Esta disposição
continuou no reino do Sul por todas sua história. E o fato de ter Jeroboão instituído o seu próprio sacerdócio mostra a essencial
necessidade de uma mediação. Desta maneira o sacerdócio atestava a vida pecadora do homem, a santidade de Deus, e por conseqüência
a necessidade de certas condições, para que o pecador pudesse aproximar-se da Divindade.
O
homem devia ir a Deus por meio de um sacrifício, e estar perto de Deus pela intercessão. Quando Esdras voltou do cativeiro,
reconstituiu as determinações leviticas, assim continuando tudo na sua substância até à destruição de Jerusalém, no ano 70(a.
C.). No Novo Testamento, as poucas passagens nos evangelhos em que ocorre a palavra sacerdote referem-se apenas ao sacerdócio
judaico. Em relação com o Cristianismo, o termo “sacerdote” nunca é aplicado senão a Jesus Cristo. As funções
sacerdotais, relacionadas com o sacrifício e a intercessão, acham-se, freqüentemente, no Novo Testamento em conexão com Jesus
Cristo (Mt 20.28; Rm 8.34; Ap 1.5); mas somente na epístola aos Hebreus, é que estas funções lhe são atribuídas como sacerdote.
O sacerdócio de Cristo é a nota tônica da epístola aos Hebreus, e emprega-se para mostrar a diferença entre a imaturidade
e a maturidade espiritual.
Aqueles
que conhecem Jesus Cristo como Salvador têm um conhecimento elementar do mesmo Jesus como Redentor; mas os que o conhecem
como Sacerdote são considerados como possuidores de maior conhecimento e experiência. A redenção é, em grande parte, negativa,
implicando livramento do pecado; mas o sacerdócio é inteiramente positivo, envolvendo o acesso a Deus.
Os
cristãos hebreus conheciam Cristo como Redentor, mas deviam também conhecê-Lo como Sacerdote, oferecendo-se então a oportunidade
de um livre e corajoso acesso a Deus em todos os tempos. Este sacerdócio de Cristo acha-se associado com o de Melquisedeque,
um sacerdócio misterioso, que vem mencionado em Gn 14, e recordado em tempos posteriores no Salmo 110. O argumento da epistola
aos Hebreus é que o fato de ter sido mencionado naquele Salmo um sacerdócio diferente do de Arão, era uma prova de que alguma
coisa superior ao sacerdócio de Arão era necessária. O sacerdócio de Melquisedeque é referido para explicar a pessoa Divina
do sacerdote, sendo a sua obra ilustrada com o sacerdócio arônico, visto como não havia uma obra sacerdotal em conexão com
Melquisedeque.
O sacerdócio de
Cristo é considerado como estável e eterno, não sendo jamais delegado a qualquer outra pessoa (Hb 7.24). E este caráter do
sacerdócio é devido ao fato de que o sacrifício de Jesus Cristo é superior aos sacrifícios do Antigo Testamento, pois é completo,
espiritual e eficaz para a redenção (Hb 9.12 a 14; 10.11 a 14). Deste modo o sacerdócio de Cristo nos ensina aquela grande
verdade de que o Cristianismo é a “religião do acesso ; e revela-se isso na exortação “aproximai-vos”. Em Cristo todos os crentes são considerados como sacerdotes;
mas o ministro do Evangelho, distinto na verdade do leigo, nunca no Novo Testamento é mencionado como sacerdote. Ele é o presbítero
ou o ancião, palavras que têm uma idéia inteiramente diferente. Mesmo o sacerdócio, na referência aos crentes, nunca está
associado com os cristãos individuais, mas tem-se em vista a sua capacidade de corporação: “sacerdócio santo”
(1Pe 2.5). A verdade fundamental a respeito do sacerdócio no Novo Testamento é esta: O Servo é um sacerdote!
> SACERDOTE: Informações completas, compiladas da Bíblia
a) Primeira menção
de pessoas a agirem como Sacerdote. Gn 4:3.4
b) Durante o período
patriarcal, os chefes agiam como tais. Gn 8:20: 12:8: 35:7
c) Após o Êxodo, certos
jovens (primogênitos) fora, nomeados para agirem como tais. Ex 23:5 com, 19:22
d) Os filhos de Arão
nomeados sumo sacerdotes por estatuto perpetuo. Ex 29:9: 40:15
e) Todos, com exceção
da descendência de Arão. Excluídos do sacerdócio levítico. Nm 3:10; 16:40:
16:7
f) Santificados por
Deus para o oficio. Ex 29:44 g) Publicamente consagrados.
Ex 28:3; Nm 3:3
> Cerimônia de Consagração:
a) Lavagem em água, Ex 29:4: Lv 8:6 b) Vestir em vestes santas Éx. 29:8.9: 40:14: Lv 8:13 c) Ungir com óleo. Ex 30:30: 40:13 d) Oferecer sacrifícios, Ex 29:10-19: 8:14-23 e) Purificação pelo sangue do carneiro da consagração. Ex 29:20.21:
Lv 8:23.24 e) Imposição das mãos
sobre, a oferta movida. Éx 29:22-24: Lv 8:25-27 f) Participar dos sacrifícios da consagração, Ex 29:31-33: Lv 8:31,32 g) Duravam sete dias. Éx. 29:35-37: Lv 8:33 h) Tinham de ficar
no tabernáculo sete dias após sua consagração. Lv 8:33-36 i) Nenhuma Pessoa, defeituosa podia ser consagrada para o sacerdócio levítico. Lv 21:17-23 j) Era necessário provar a genealogia, antes de exercer o oficio.
Ed 2:62: Nm 7:64
> Suas Vestes:
a) Túnica. Ex 28:40: 39:27 b) Cinto. Ex 20:40 c) Tiaras, Ex 28.40: 39:28 d) Calções de linho. Ex 28:42: 39:28 e) Usadas na consagração, Ex. 29:9: 40:15 f) Sempre usadas enquanto oficiavam no tabernáculo. Is 28:43: 39:41 g) Usadas pelo sumo-sacerdote no dia da expiação. Lv 16:4 h) Purificadas por
sangue aspergido Ex 29:21 i) Guardadas em câmara santa. Ex 44:19 j) Freqüentemente providas pelo povo. Ed 2:68,69: Nm 7:70.72 k) Era necessário lavar-se na bacia de bronze antes de realizarem seu serviço. Ex 30:17.21
> Seus serviços:
a) Tomar conta do tabernáculo, etc Nm 18:1,5.7 b) Cobrir os objetos sagrados do santuário antes de sua remoção. Nm 4:5-15 c) Oferecimento de sacrificio.. Lv cap. 1 a 6; 2 Cr 29:34: 35:11 d) Acender e conservar em ordem as lâmpadas do santuário. Ex 27:20.21; Lv 24:3.4 e) Conservar sempre
aceso, o fogo do altar, Lv 6:12.13 f) Queimar o Incenso. Ex 30:7.8: Lc 1:9 g) Colocar e remover os pães da proposição. Lv 24:5-9 h) Oferecer os primeiros frutos. Lv 23:10.11; Dt 26:3.4 i) Abençoar o povo.
Nm 6:23-27 j) Purificar os imundos..
Lv 15:30.31 k) Decidir os casos de ciúme. Nm 5:14.15 l) Decidir os casos de lepra. Lv 13:2-59: 4:34-45 m) Julgar os casos de controvérsia. Dt 17:9-13; 21:5 n) Ensinar a lei.
Dt 33:0.10: Ml 2:7 o) Tocar as trombeta em várias ocasiões. Nm 10:1-10: Is 6:3.4 p) Transportar a arca. Js 3:6.17; 6:12 q) Encorajar a povo, ao irem à guerra. Dt 20:1-4 r) Avaliar as coisas devotadas. Lv 27:8 s) Tinham de viver do altar, visto que não possuíam herança. Dt 18:1.2; 1 Co 9:13
> Viviam sobre leis
especiais:
a) Não podiam casar-se oca mulheres divorciadas ou impróprias. Lv 21:7 b) Não podiam contaminar-se pelos mortos, exceto pelos parentes
mais próximos. Lv 21:1-6 c) Não podiam beber vinho, etc., enquanto estivessem servindo no tabernáculo. Lv 10:9; Ez 44:21 d) Não podiam contaminar-se, comendo o que tinha morrido por
si mesmo. Lv 22:8 e) Enquanto estivessem imundos, não podiam realizar qualquer serviço. Lv 22:1.2 com Nm 19:6.7 f) Enquanto estivessem imundos, não podiam comer das coisas
santas. Lv 22.3-7 g) Nenhum hospede ou servo contratado podia comer de sua porção. Lv 22:10 h) Todos os servos comprados os nascidos na casa, podiam comer
de sua porção. Lv 22:11 i) Seus filhos, casados com estranhos, não podiam comer sua porção. Lv 22:12 j) As pessoas que ignorantemente comessem de suas coisas santas,
tinham de fazer, restituição. Lv 22:14-16 k) Divididos por Davi em vinte e quatro turmas. Cr 24:1-19; 2 Cr 8:14; 35:4.5 l) As quatro turmas
que voltaram da Babilônia subdividiram-se em vinte e quatro. Ed 2:36-39 com Lc 1:5 m) Cada turma tinha seu Iíder. 1Cr 24.6,31: 2Cr
36:14 n) Seus serviços divididos
por sorte. Lc 1:9 o) Castigo para quem invadisse seu oficio. Nm 16.1-35; 10:7; 2Cr 26:16-21 p) Em ocasiões especiais, pessoas não pertencentes à família de Arão agiram como sacerdotes Jz 6:24-27; 1Sm
7:9; 1Rs 18:33
>
Foram algumas vezes:
a) Foram cobiçosos. 1Sm 2:13-17 b) Foram beberrões. Is 28:7 c) Foram profano, e ímpios. 1Sm 2:22-24 d) Focam injustos. Jr 6:13 e) Foram corruptores da lei. Is 28:7 com Ml 2:8 f) Foram lentos em santificar-se ao serviço de Deus.. 1Cr 29:34 g) Geralmente participavam
com o povo, em seu castigo. Jr 14:10; Lm 2:20 h) Ou mais vis do povo feitos sacerdotes por Jeroboão e outros. 1Rs 12:31; 2Rs 17:32 i) Suas cerimônias, ineficaz para remover o pecado. Hb 7:11; 10:11
>
Ilustram:
a) Cristo. Hb 10:11.12 b) Os Santos.. Ex 19:6: 1Pe 2:9
> Leis
referentes:
Is 29:1; 40:15; Lv 10:9; 21:1;
Ed 7:24; Ne 7:65
>
Deviam ser santos:
Ex 19:22; Lv 10:3; 21:6; 22:9; 2Cr 6:41; Is 52:11; Ml 2:7
>
Alguns Idolatras. Exemplo:
Jz 17:5; 1 Sm 5:5; 1Rs 12:31;
13; 2 Rs 10:11; 11:18; 23:5.20
>
Seus Alimentos:
Ex. 29:32; Lv 6:16; 7:6.15; 8:31;
10:12,17; 24:9: Nm 18:31
>
Sua Herança:
Nm 18:20; 26:62;
Dt 10:9; 12:12; 14:27; 18:2; Js 13:14; 14:3; 18:7; Ez 44:28; 45:4.
>
Sumo Sacerdotes:
a) Especialmente chamado por Deus. Ex 28:1.2; Hb 5:4 b) Consagrado para
seu oficio. Ex 40:13; Lv 8.12
>
Era chamado de:
a) O sacerdote. Ex 29:30; Ne 7:65 b) Sumo-sacerdote de Deus. At 23:4 c) Príncipe do povo. Ex 22:28 com At 23:5 d) Seu oficio. Hereditário. Ex 29:29 e) Segundo em categoria, após o rei. Lm 2.6 f) Freqüentemente exercia poder civil principal. 1 Sm 4:18
> Seus Deveres:
a) Oferecer dons e sacrifícios. Hb 5:1 b) Acender as lâmpadas sagrada. Ex 30.8; Nm 8:3 c) Fazer expiação ao santo dos Santos, uma vez por ano.
Lv 16; Hb 9:7 d) Apresentar ao Senhor os nomes das tribos de Israel, como memorial. Ex 28:12,29 e) Interrogar a vontade de Deus pelo Urim e Tumim. 1
Sm 23:9-12: 30:7.8 f) Consagrar os levitas. Nm 8:11-21 g) Nomear sacerdotes aos, diversos ofícios. 1 Sm 2.36 h) Cuidar do dinheiro coligido no tesouro sagrado. 2 Rs 12:10; 22:4 i) Presidir o tribunal superior. Mt 26:3.57-62; At 5.21-28;
23.1-5 j) Fazer o recenseamento
do povo. Nm 1:3 k) Abençoar o povo. Lv 9:22.23 l) Algumas vezes capacitado
a profetizar. Jô 11.49-52
>
Comissionado:
a) Chamado de segundo
sacerdote. 2 Rs 25:18 b) Exercia supervisão
sobre o tabernáculo. Nm 4.16 c) Exercia supervisão
sobre os levita.. Nm 3:32 d) Precisava casar-se
com uma virgem da família de Arão. Lv 21.13,14 e)
Proibido lamentar
quem quer que fosse. Lv 21:10-12 f) Devia ser terno
e compassivo. Hb 5:2 g) Precisava oferecer sacrifício por si mesmo.
Hb 5:1-3
>
Tipificava Cristo
a) Por ser chamado
por Deus. Hb 5:4,5 b) Por seu título.
Hb 3:1 c) Por sua nomeação. ls 61:1; Jo 1:32-34 d) Por fazer expiação. Lv 16:33: Hb 2:17 e) Por suas vestes esplendidas. Ex 28:2 com Jo 1:14 f) Por estar sujeito à tentação, Hb 2:18 g) Por sua compaixão e simpatia pelos pobres e ignorantes. Hb 4.15; 5.1,2 h) Por casar-se com uma virgem. Lv 21:13.14; 2 Co 11:2 i) Pela santidade de seu oficio. Lv 21:15 com Hb 7:26 j) Por realizar sozinho todo o culto no dia da expiação. Lv 16 com Hb 1:3 k) Por trazer os nomes das tribos de Israel sobre o coração. Ex 28.29
com Ct 8.6 l)Porque só ele entrava no santo dos Santos.
Hb 9.27 com vers. 12,24 e Hb 4.14 m)
Por sua intercessão.
Nm 16:43-48: Hb 7:25 n) Por sua benção. Lv 9.22,23; At 3.26
>
Inferior a Cristo
a) Por necessitar
de expiação para seus próprios pecados. Hb 5:2,3; 7:26-28; 9:7 b) Por ser da ordem de Arão. Hb 6:20; 7:11-17; 8:4.5 com vers. 1.2,6 c) Por ser sem juramento. Hb 7:20-22 d)
Por são ser capaz
de continuar. Hb 7.23,24 e) Por oferecer
continuamente o mesmo sacrifício. Hb 9:25,26,28; 10:11,12,14 f)
Por entrar anualmente
no santo dos Santos. Hb 9.7,11,15
Por
Elias R. Oliveira
Santo
Estêvão
No dia 26 de dezembro, e no
dia 27 para as Igrejas Orientais, celebra-se o primeiro mártir do cristianismo, venerado por quase todas as denominações cristãs,
incluindo a Comunhão Anglicana.
Estêvão foi morto após falsa
acusação de blasfêmia, e diante das autoridades, anunciou o amor de Deus e a Verdade. Foi apedrejado na presença de Saulo
(mais tarde, São Paulo), e mesmo nesta condição, intercedeu por aqueles que o mataram.
É considerado o primeiro diácono
da Igreja. No ícone abaixo, ele está representado no interior de um templo Ortodoxo. Ao fundo, se vê a parede que separa o
Santuário da nave da Igreja (parede chamada Iconostase, por ser repleta de ícones). De acordo com a liturgia bizantina, nesta
parede sempre são representados de um lado a Virgem Mãe de Deus (Theotókos) e o Cristo Pantocrátor. Estevão está com
os paramentos de Diácono: usa uma dalmática vermelha e por cima sua estola branca; tem nas mãos um turíbulo aceso, significando
que está representado durante uma ação litúrgica, e ainda, tendo o turíbulo aceso, simboliza seu gesto de intercessão pelos
inimigos. Próximo aos seus ombros, a inscrição Aghios Stephanos, que
do grego traduz-se como Santo Estêvão.

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